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Até Ford da década de 1920 e jipe de 1958 foram apreendidos em operação da PF

Após cerca de quatro horas de operação e carregamento de 5 guinchos, os policiais federais deixaram o galpão da funilaria da Rua São Borja para rebocar os carros apreendidos na Operação Ifrit da Polícia Federal. Entre os veículos, até um Ford da década de 1920 e um Willys/Overland verde, de 1958. As equipes estão cumprindo 76 mandados de busca e apreensão, 25 de prisão preventiva e um de prisão te

Redação Diário Pantanal

04/11/2026, 10:15

Até Ford da década de 1920 e jipe de 1958 foram apreendidos em operação da PF

Após cerca de quatro horas de operação e carregamento de 5 guinchos, os policiais federais deixaram o galpão da funilaria da Rua São Borja para rebocar os carros apreendidos na Operação Ifrit da Polícia Federal. Entre os veículos, até um Ford da década de 1920 e um Willys/Overland verde, de 1958. As equipes estão cumprindo 76 mandados de busca e apreensão, 25 de prisão preventiva e um de prisão temporária, além de três monitoramentos eletrônicos e afastamento de três policiais civis.

A ação envolveu 500 policiais federais e 44 servidores da Receita Federal para cumprimento das ações em MS, SC, PR, SP, MT, GO e RO. Os veículos estão sendo levados para a sede da PF (Polícia Federal). A movimentação no galpão começou antes das 6h. Lá funciona uma empresa de serviço de lanternagem, funilaria e pintura de veículos automotores. A PF não informou quantos mandados foram cumpridos no local. Um advogado foi até o local para tentar recuperar o carro de cliente que estava para manutenção.

“Mas não tenho nada a ver com a operação”, disse. A resposta dos policiais federais é que ele deveria procurar o delegado responsável pela investigação. O grupo é investigado por tráfico transnacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro, além de crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios. Segundo as investigações, o grupo utilizava armamento, estruturas de apoio e veículos blindados para exercer controle territorial e para intimidar rivais.

A organização atuava principalmente na região de fronteira entre Ponta Porã/MS e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, com ramificações em outros estados brasileiros. As investigações apontam que drogas e armas eram obtidas na Bolívia, no Peru e no Paraguai, abastecendo redes de distribuição no Brasil e rotas de tráfico de entorpecentes destinadas à Europa, especialmente Espanha e Portugal. Entre os alvos da operação estão o ex-titular de duas delegacias de Campo Grande, Hoffman D´Avila Souza, e o empresário Adel Hassan Haidar, de Ponta Porã, integrante de uma família conhecida na região de fronteira com o Paraguai.

Fonte: Campo Grande News

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