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Professora denuncia policial militar por suspeita de boca de urna na Capital

A professora Lizandra Allaman denunciou ao Pardal, aplicativo que recebe relatos de crimes eleitorais, um policial militar que teria colocado a cabeça para fora de uma viatura e abordado dois jovens para falar sobre o número de urna do candidato escolhido neste segundo turno das eleições. "22 hoje, né! 22", disse o policial, segundo a eleitora. O possível crime eleitoral ocorreu na Rua Minerva, qu

Redação Diário Pantanal

25/10/2026, 13:00

Professora denuncia policial militar por suspeita de boca de urna na Capital

A professora Lizandra Allaman denunciou ao Pardal, aplicativo que recebe relatos de crimes eleitorais, um policial militar que teria colocado a cabeça para fora de uma viatura e abordado dois jovens para falar sobre o número de urna do candidato escolhido neste segundo turno das eleições. "22 hoje, né! 22", disse o policial, segundo a eleitora. O possível crime eleitoral ocorreu na Rua Minerva, quase esquina com a Rua Ponta Grossa, na lateral da Escola Estadual Dr. Dolor Ferreira de Andrade, colégio eleitoral do Bairro Maria Aparecida Pedrossian.

Era por volta de 10h deste domingo (25). Lizandra não conseguiu filmar o momento e nem fotografar a viatura porque havia acabado de chegar para votar e estava estacionando a moto. Havia dois policiais fardados dentro da viatura e os dois jovens abordados eram um casal, ela detalha. Em seguida, os agentes de segurança seguiram em ronda no veículo. A professora gravou um vídeo contando o caso, postou em suas redes sociais e enviou ao Direito das Ruas . "O carro da polícia que deveria estar aqui para preservar a ordem, estava assediando jovens", ela diz.

Se confirmada, a prática pode configurar boca de urna ou outro crime eleitoral. À reportagem, ela defendeu que a denúncia não tem viés político e é questão de cidadania. "Independentemente de minha preferência política, eu denunciaria!!! O correto é o correto", diz. O Campo Grande News questionou as assessorias de imprensa da PM (Polícia Militar) e da Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) se a denúncia já está sendo apurada, mas não recebeu resposta até a publicação desta matéria.

O espaço segue aberto.

Fonte: Campo Grande News

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