Diário Pantanal
—
Campo GrandeConsultando tempo…

MPMS cobra dados de estoque de medicamentos oncológicos no Hospital Regional

O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) apura a regularidade do abastecimento de medicamentos utilizados no tratamento oncológico do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul). A investigação começou após informações sobre possíveis falhas no atendimento a pacientes, incluindo suspensão ou adiamento de sessões de quimioterapia por falta de medicamentos e insumos necessários ao tratam

Redação Diário Pantanal

09/10/2026, 12:30 · Atualizado em 12/10/2026, 20:08

MPMS cobra dados de estoque de medicamentos oncológicos no Hospital Regional

O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) apura a regularidade do abastecimento de medicamentos utilizados no tratamento oncológico do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul). A investigação começou após informações sobre possíveis falhas no atendimento a pacientes, incluindo suspensão ou adiamento de sessões de quimioterapia por falta de medicamentos e insumos necessários ao tratamento. Durante as diligências, foram analisadas informações prestadas pelo hospital e realizada vistoria técnica no local, que identificou medicamentos oncológicos com estoque zerado e outros com cobertura reduzida, além da existência de processos de aquisição e reposição em andamento.

A apuração teve origem por meio do Núcleo de Apoio Especial à Saúde. Segundo a portaria de instauração do inquérito civil pela 32ª Promotoria de Justiça, embora tenham sido adotadas providências para regularizar o abastecimento, o acompanhamento ministerial busca verificar a efetividade dessas medidas e prevenir novos episódios de desabastecimento. A promotoria requisitou informações atualizadas ao HRMS sobre a situação dos estoques, os processos de aquisição de medicamentos, eventuais impactos nos atendimentos e as medidas implementadas para evitar novas ocorrências.

Também foi agendada reunião de trabalho com representantes do hospital e da SES (Secretaria Estadual de Saúde) para discutir soluções e acompanhar a evolução do caso. A reportagem entrou em contato com a SES e aguarda retorno.

Fonte: Campo Grande News

Leia também