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Menina de 4 anos morre após ser picada por escorpião em MS

Uma menina de 4 anos morreu neste domingo (1º), após ser picada por um escorpião em Três Lagoas, a 327 quilômetros de Campo Grande. A criança chegou a receber os primeiros atendimentos na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e, em seguida, foi encaminhada ao Hospital Auxiliadora, mas não resistiu. Conforme informações apuradas pelo Portal RCN 67, o sepultamento está previsto para esta segunda-feira

Redação Diário Pantanal

02/11/2026, 10:30

Menina de 4 anos morre após ser picada por escorpião em MS

Uma menina de 4 anos morreu neste domingo (1º), após ser picada por um escorpião em Três Lagoas, a 327 quilômetros de Campo Grande. A criança chegou a receber os primeiros atendimentos na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e, em seguida, foi encaminhada ao Hospital Auxiliadora, mas não resistiu. Conforme informações apuradas pelo Portal RCN 67, o sepultamento está previsto para esta segunda-feira (2), às 10h. O caso reforça o alerta sobre os riscos de acidentes com escorpiões, principalmente entre crianças.

Levantamento do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), divulgado anteriormente pelo Campo Grande News , aponta que 20 dos 33 acidentes graves registrados em Mato Grosso do Sul entre 2024 e 2025 envolveram crianças com menos de 10 anos. No mesmo período, o Estado contabilizou 8.528 acidentes com escorpiões. Campo Grande concentrou o maior número de notificações, com 2.888 registros, seguida por Três Lagoas, com 809, e Dourados, com 412. Prevenção - Os escorpiões costumam se esconder em locais escuros e úmidos, como ralos, caixas de esgoto e entulhos.

Para evitar acidentes, a orientação é manter quintais limpos, vedar frestas e instalar telas de proteção em ralos. Também é importante conferir roupas e calçados antes de usar. Em caso de picada, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) recomenda que a vítima procure atendimento médico imediatamente em uma unidade de saúde 24 horas, como UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e CRSs (Centros Regionais de Saúde). A orientação é não cortar ou furar o local, não fazer torniquete e não aplicar substâncias sobre a ferida.

Se possível, a vítima pode capturar o animal ou tirar uma foto, para que a identificação auxilie no diagnóstico. O soro antiescorpiônico é disponibilizado exclusivamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Em Mato Grosso do Sul, as principais espécies encontradas são o Tityus confluens (escorpião amarelo), que provoca acidentes moderados, e o Tityus bahiensis (escorpião marrom), responsável pelos quadros graves, principalmente envolvendo crianças.

Fonte: Campo Grande News

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