Homem investigado por homicídio morre durante abordagem da PM
Edilson Gonçalves Vilhalba, de 38 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (16), em Maracaju, a 159 quilômetros de Campo Grande, durante confronto com policiais do Batalhão de Choque. Natural de Antônio João, ele morava em Maracaju. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre como a ocorrência aconteceu. Edilson respondia a uma denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul por
Redação Diário Pantanal
16/10/2026, 07:30

Edilson Gonçalves Vilhalba, de 38 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (16), em Maracaju, a 159 quilômetros de Campo Grande, durante confronto com policiais do Batalhão de Choque. Natural de Antônio João, ele morava em Maracaju. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre como a ocorrência aconteceu. Edilson respondia a uma denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul por duas tentativas de homicídio qualificado, em um caso registrado na madrugada de 3 de novembro de 2013, no Bar do Justino, no bairro Cambaraí, em Maracaju.
O processo estava na fase de preparação para julgamento pelo Tribunal do Júri. Conforme a denúncia, após um desentendimento anterior com uma das vítimas, Edilson teria ido ao estabelecimento acompanhado de outro homem. Os dois teriam efetuado disparos contra dois irmãos, atingidos nas coxas. Segundo o Ministério Público, os crimes teriam sido motivados por vingança. A acusação também apontou que os disparos em um local público colocaram outras pessoas em risco. Edilson foi denunciado por duas tentativas de homicídio qualificado, por motivo torpe e pelo emprego de meio que poderia resultar em perigo comum.
Em outro caso, Edilson foi condenado a dois anos de reclusão por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. O episódio ocorreu na madrugada de 26 de maio de 2013, na Praça Central de Maracaju. Segundo a denúncia, policiais militares faziam patrulhamento quando receberam informação sobre um homem armado no local. Durante a abordagem, encontraram com Edilson uma pistola calibre 765 e 14 munições intactas. Conforme a sentença, ele confirmou que portava a arma e não tinha registro nem autorização para mantê-la.
A Justiça fixou a pena em dois anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, além de dez dias-multa. A decisão permitiu que ele recorresse em liberdade. No dia 15 de agosto de 2011, Edilson foi preso suspeito de matar Alexandre Marques da Silva, de 26 anos. O crime ocorreu três dias antes, após uma discussão entre a vítima e um dos suspeitos. Na ocasião, Claiton Lampert, apontado como comparsa de Edilson, também foi detido. Durante buscas na casa dos suspeitos, os policiais encontraram a arma que teria sido utilizada no homicídio.
Os dois foram indiciados por homicídio qualificado por motivo fútil. Conforme as informações da ocorrência, após a discussão, um dos suspeitos sacou a arma e atirou contra Alexandre. Populares ainda tentaram levar a vítima ao hospital, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu antes de receber atendimento médico.
Fonte: Campo Grande News



