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Gaeco faz nova ação em Sidrolândia, três semanas após "Máfia do Pix"

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) cumpre mandados em Sidrolândia, a 71 quilômetros de Campo Grande, na manhã desta quarta-feira (28). As equipes policiais estiveram na cidade há 21 dias cumprindo ordens judiciais durante a 2ª fase da Operação Dirty Pix. Conforme apurou o Campo Grande News , entre os alvos da operação está o ex-secretário Municipal e atual chefe d

Redação Diário Pantanal

28/10/2026, 08:45

Gaeco faz nova ação em Sidrolândia, três semanas após "Máfia do Pix"

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) cumpre mandados em Sidrolândia, a 71 quilômetros de Campo Grande, na manhã desta quarta-feira (28). As equipes policiais estiveram na cidade há 21 dias cumprindo ordens judiciais durante a 2ª fase da Operação Dirty Pix. Conforme apurou o Campo Grande News , entre os alvos da operação está o ex-secretário Municipal e atual chefe do setor de Manutenção da cidade, Welbet José Biaggi Amorim e a empresária Priscilla Depiné Struck.

As ordens judiciais foram cumpridas em ao menos dois endereços, um deles a empresa de confecções de uniformes pertencente à Priscilla, na Rua Rio Grande do Norte, Centro, onde foi localizada uma arma de fogo. Ainda não há informações sobre outros alvos e qual a investigação. A reportagem procurou o prefeito Rodrigo Basso (PL) e aguarda o retorno. Dirty Pix - Em 7 de outubro, foram cumpridas ordens judiciais durante a 2ª fase da Operação Dirty Pix, que investiga suspeitas de desvios de recursos públicos destinados ao Hospital Beneficente Dona Elmíria Silvério Barbosa.

A ação foi conduzida pelo Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção) pela 3ª Promotoria de Justiça de Sidrolândia e pelo Gaeco, com apoio do Batalhão de Choque e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil. Na ocasião foram cumpridos 3 mandados de prisão e 25 de busca em Sidrolândia, Campo Grande, Maracaju e Selvíria. As investigações envolvem convênios de mais de 18 milhões destinados a equipamentos, materiais hospitalares, UTI (Unidade de Terapia Intensiva) móvel e reformas.

Os alvos de prisão foram Jacob Meeuvis Breure, presidente da Sociedade Beneficente Dona Elmíria Silvério Barbosa, apontado como articulador do direcionamento dos contratos e repasses ilícitos; a policial civil Cristina Rosa Gomes de Carbalho, suspeita de vazar informações sigilosas e receber valores no esquema; e o assessor político Júlio César. Equipes também cumpriram buscas nos endereços ligados aos vereadores Adavilton Brandão (MDB), Cledinaldo Cotócio (PSDB) e Izaqueu Diniz (PSD), além dos secretários municipais Enelvo Felini Junior e Cleyton Martins Teixeira, e do assessor José Ademir Gabardo.

As equipes ainda estiveram na Sociedade Beneficente Dona Elmíria Silvério Barbosa (entidade gestora do hospital), além de empresas fornecedoras e contratadas para obras e insumos.

Fonte: Campo Grande News

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