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Com dívida de R$ 29 milhões em MS, Americanas sai de recuperação judicial

A Justiça do Rio de Janeiro decretou o fim da recuperação judicial do grupo Americanas, conforme fato relevante divulgado pela varejista, na segunda-feira (19). A sentença contempla as subsidiárias B2W Digital Lux S.À.R.L., JSM Global S.À.R.L. e ST Importações. A decisão proferida pela 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, reconhece o cumprimento de todas as obriga

Redação Diário Pantanal

20/10/2026, 12:45

Com dívida de R$ 29 milhões em MS, Americanas sai de recuperação judicial

A Justiça do Rio de Janeiro decretou o fim da recuperação judicial do grupo Americanas, conforme fato relevante divulgado pela varejista, na segunda-feira (19). A sentença contempla as subsidiárias B2W Digital Lux S.À.R.L., JSM Global S.À.R.L. e ST Importações. A decisão proferida pela 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, reconhece o cumprimento de todas as obrigações previstas no Plano de Recuperação Judicial com vencimento em até 2 anos após a homologação.

“Com a conclusão dessa etapa, a Companhia segue comprometida com o crescimento de suas operações, o fortalecimento sustentável do seu modelo de negócio e o desenvolvimento da experiência de seus clientes”, diz parte do documento. A recuperação judicial foi homologada em fevereiro de 2024 após problemas financeiros no início de 2023. O montante de dívidas que as Americanas possuem em relação a empresas de Mato Grosso do Sul chegou a R$ 29.470.022,28, conforme levantamento feito pelo Campo Grande News , em fevereiro de 2023, baseado na lista de credores divulgada naquela época.

Conforme publicado naquele ano, Três Lagoas estava com o maior acumulado, de R$ 23 milhões. Em seguida, apareciam as empresas de Mundo Novo, com R$ 3,7 milhões, e de Campo Grande, com R$ 2,3 milhões. Ao todo, há dívidas em pelo menos 18 municípios sul-mato-grossenses. Ainda em 2023, a Americanas fechou sua tradicional unidade localizada na Rua 14 de Julho, região central de Campo Grande. Também tentou fazer leilão do prédio entre as ruas Dom Aquino e Cândido Mariano. O certame oferecia o imóvel com lance inicial de R$ 55 milhões, mas não recebeu propostas.

No acumulado nacional, o total do rombo financeiro saiu de R$ 41 bilhões inicialmente para quase R$ 42,5 bilhões.

Fonte: Campo Grande News

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