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Agetran prorroga testes de patinetes elétricos até dezembro

A fase de testes do sistema de compartilhamento de patinetes e bicicletas elétricas em Campo Grande foi prorrogada até 26 de dezembro. A Jetshr LTDA, responsável pela plataforma JET Sharing e primeira empresa autorizada a experimentar o serviço na Capital, recebeu mais 90 dias para operar. Prorrogação foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (14). O novo período é contado de 28 de setemb

Redação Diário Pantanal

14/10/2026, 10:30

Agetran prorroga testes de patinetes elétricos até dezembro

A fase de testes do sistema de compartilhamento de patinetes e bicicletas elétricas em Campo Grande foi prorrogada até 26 de dezembro. A Jetshr LTDA, responsável pela plataforma JET Sharing e primeira empresa autorizada a experimentar o serviço na Capital, recebeu mais 90 dias para operar. Prorrogação foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (14). O novo período é contado de 28 de setembro a 26 de dezembro de 2026, mantendo as demais condições da autorização inicial.

O serviço recebeu o primeiro aval da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) em 30 de junho, com publicação em 2 de julho. Na ocasião, a autorização previa 90 dias de operação experimental, com possibilidade de uma única prorrogação pelo mesmo período, chegando a até 180 dias de testes. A extensão mantém o serviço em caráter experimental. O extrato publicado nesta quarta-feira não apresenta números de viagens, quantidade de usuários ou avaliação sobre a adesão da população.

Também não informa resultados do acompanhamento da segurança e da circulação dos equipamentos. O sistema funciona por aplicativo, que permite localizar e desbloquear os equipamentos com a leitura de um QR Code. A proposta da fase experimental é avaliar o funcionamento do compartilhamento antes da elaboração de regras permanentes para o serviço. Conforme as informações divulgadas na autorização inicial, os testes foram previstos para a malha cicloviária de Campo Grande, com mais de 135 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas.

Entre os indicadores que a Agetran anunciou que acompanharia estão o volume de utilização, os conflitos entre usuários e as ocorrências relacionadas à segurança viária. As empresas também precisam apresentar um plano de operação com ações educativas, orientações aos usuários e definição dos locais de retirada e devolução dos equipamentos. Os dados da experiência deverão servir de base para a regulamentação definitiva e orientar possíveis melhorias na infraestrutura cicloviária da cidade.

Fonte: Campo Grande News

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